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Manual de Normalização de Trabalhos ESPPE

por Administrador EAD - quarta, 6 dez 2023, 10:47
 
A importância da normalização de trabalhos acadêmicos recai em premissas básicas relacionadas à produção e disseminação do conhecimento, tais como: garantir a veracidade e segurança das informações; facilitar a circulação de informações (dados) em diversas fontes de informação e evitar a duplicidade de fontes (MELO et al., 2012). Para dar credibilidade ao trabalho acadêmico os autores devem seguir as diretrizes e normas de apresentação editadas pela da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e adotadas pelas instituições de ensino superior (IES) através de manuais publicados e adaptados para a sua realidade (MENDONÇA et al., 2012). Assim, este manual objetiva orientar a formatação das publicações técnico-científicas produzidas por discentes de cursos oferecidos pela Escola de Governo em Saúde Pública de Pernambuco (ESPPE) seguindo as normas da ABNT, aplicáveis à elaboração dos trabalhos acadêmicos (monografias, dissertações, teses, artigos científicos, relatórios de estágio, atividades avaliativas, etc.), além de informações sobre citação e referências no estilo Vancouver.

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ACESSO AOS SISTEMAS FINANCEIROS DO SUS EM PERNAMBUCO

por ESPPE Portal EAD - quarta, 9 nov 2022, 10:55
 

ORIENTAÇÕES COM ÊNFASE NO SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO PACTUADA E INTEGRADA (SISPPI) MÓDULO MUNICIPAL, SISTEMA DE CONTROLE DO LIMITE FINANCEIRO DA MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE (SISMAC) E FUNDO NACIONAL DE SAÚDE (FNS)


Manual Instrutivo para Criação de Núcleos Municipais de Educação Permanente em Saúde - 2020

por ESPPE Portal EAD - sexta, 1 set 2023, 08:34
 

A Comissão de Integração Ensino-Seviço Estadual (Cies Estadual) ressalta a importância dos Núcleos Municipais de Educação Permanente para consolidação da Política de Educação Permanente em Saúde (PEPS) no estado de Pernambuco.

Sendo assim, este Manual Instrutivo tem como objetivos apresentar, esclarecer e orientar gestores e trabalhadores da saúde sobre PEPS e sobre a possibilidade de organização das atividades formativas em seu território, por meio da implantação de Núcleos de Educação permanente em Saúde.


Marco para Ação em Educação Interprofissional e Prática Colaborativa

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 15:34
 
Resumo executivo: Numa época em que o mundo enfrenta a falta de profissionais de saúde, os formuladores de políticas estão buscando estratégias inovadoras que possam ajudá-los a desenvolver políticas e programas para motivar a força de trabalho de saúde mundial. O Marco para Ação em Educação Interprofissional e Prática Colaborativa enfatiza a situação atual da colaboração interprofissional no mundo, identifica os mecanismos que resultam no trabalho em equipe colaborativo bem-sucedido e delineia uma série de itens para a ação que os formuladores de políticas podem aplicar em seu sistema de saúde local. O objetivo do Marco é fornecer estratégias e ideias que auxiliarão a educação interprofissional de saúde e a prática colaborativa que serão mais benéficas em sua própria jurisdição.

Mecanismos de governança e regulação pública no SUS

por Esppe EAD - segunda, 22 jul 2024, 10:09
 

O processo de construção do Sistema Único de Saúde (SUS), ancorado no reconhecimento do direito universal à saúde, tem sido, ao longo dos últimos 31 anos, marcado por avanços na formulação e implementação de políticas e programas voltados à expansão da oferta e acessibilidade aos serviços, especialmente no âmbito da atenção básica, com resultados significativos em termos da melhoria das condições de saúde da população, como atestam inúmeros trabalhos publicados nesse período.

Simultaneamente, esse processo tem enfrentado grandes problemas, a exemplo do subfinanciamento crônico, que impacta seriamente as possibilidades de expansão da infraestrutura e, consequentemente, da oferta dos serviços, que também sofrem os efeitos das enormes dificuldades enfrentadas no âmbito da gestão e da gerência dos serviços. Neste particular, observa-se o tensionamento entre os esforços de mudança e modernização da administração pública brasileira com a permanência de práticas tradicionais e, muitas vezes, deficiências de qualificação dos quadros dirigentes e técnicos.


MORTALIDADE MATERNA EM PERNAMBUCO: UM ESTUDO DE CASO

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 14:55
 

Autora: TUANNY ITALLA MARQUES DA SILVA

 

RESUMO
Objetivo: analisar a assistência prestada dentro dos serviços de saúde a partir de um óbito materno ocorrido no ano de 2017 em um município que compõe a VII Regional de Saúde de Pernambuco. Método: trata-se de um estudo de caso realizado por meio de coleta de dados secundários. A análise dos resultados se deu através da organização das informações na Assistência prestada no pré-natal e na Assistência Hospitalar: Unidade Mista de Mirandiba; e Hospital Regional de Salgueiro/ UTI. Resultados: foi possível perceber que durante a assistência prestada à gestante houve falha na identificação de fatores de riscos gestacionais e no encaminhamento oportuno da mesma durante o pré-natal e na Unidade Mista, além da falha no estabelecimento do diagnóstico de síndrome hipertensiva diante das queixas apresentadas pela gestante. Após a discussão do caso no Grupo Técnico de Óbito Materno ele foi considerado como óbito ocorrido por causas evitáveis. Conclusão: diante disso conclui-se que, embora a gestante não tenha tido dificuldade de acesso aos serviços de saúde, a mesma não teve acesso ao médico da UBS, houve falha na identificação de fatores de riscos gestacionais e também no preenchimento adequado dos prontuários, o que prejudica uma melhor análise do caso.

Descritores: Mortalidade Materna; Fatores de Risco; Hipertensão Induzida pela Gravidez; Síndrome HELLP; Assistência Pré-Natal; Prevenção.

 


MORTALIDADE MATERNA NA V REGIONAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO: UMA ANÁLISE DO ACESSO

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 14:39
 

Autora: PRISCILA DE LIMA PENHA MESQUITA

 

RESUMO
O objetivo deste estudo foi analisar o acesso a serviços de saúde materna a partir de óbitos por causas obstétricas na V Regional de Saúde do estado de Pernambuco no ano de 2017. Para isto, foi realizado ume estudo descritivo de natureza qualitativa com abordagem fenomenológica que utiliza como desenho o estudo de casos em profundidade. A população de estudo foi constituída por 02 casos de óbitos maternos obstétricos, de mulheres residentes em municípios da V Regional de Saúde do estado de Pernambuco, no período compreendido entre primeiro de janeiro e 31 de dezembro de 2017. A análise do acesso teve como base o referencial teórico proposto por Thaddeus e Maine (1994). Nos estudo dos casos observou-se atrasos que poderiam ser decisivos para evitar a morte destas mulheres. As principais falhas se referiram a indisponibilidade ou dificuldades de acesso a sangue e derivados, medicamentos, transporte adequado, bem como quantidade de profissionais, além da qualificação profissional. Os achados deste estudo revelam que as principais dificuldades estiverem dentro dos serviços de saúde, apontando para a necessidade de estruturação e qualificação das maternidades localizadas nos municípios pequenos, bem como a estruturação de uma rede de atenção materna na região com ênfase no cuidado às complicações obstétricas.

 


Motivações para expansão de modelos de gestão não estatais no SUS: olhar dos gestores de municípios de pequeno porte

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 13:47
 

Autor: Heleno José Barbosa Neto

 

RESUMO

Este estudo buscou analisar os motivos que levaram os gestores de saúde a aderir à transferência da gestão dos serviços de saúde para as Organizações do Terceiro Setor (OTSs). Trata-se de uma pesquisa analítica, com abordagem qualitativa multimétodo, através de uma entrevista semiestruturada com gestores de saúde de sete municípios do estado de Pernambuco. Os fatores que motivaram os gestores foram: a lei de responsabilidade fiscal, a burocracia e a morosidade do sistema público na contratação e demissão de profissionais e a autonomia dada às OTSs. Apesar desses resultados, os gestores municiais não devem se isentar das responsabilidades na promoção de políticas públicas para o atendimento das necessidades da população. Assim como as transferências realizadas não podem ser apontadas como únicas soluções capazes de resolver os problemas gerenciais do SUS.


Descritores: Gestão em saúde, Parcerias Público-Privadas, Saúde Pública, Organizações em Saúde, Gestor de Saúde.