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A

Atenção centrada no paciente

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 15:42
 
A proposta de analisar a atenção centrada no paciente (ACP) na prática interprofissional colaborativa (PIC) é motivada por duas questões. A primeira decorre da ênfase das políticas de saúde e dos centros de pesquisa voltados para a PIC na ACP como um dos domínios essenciais para a colaboração interprofissional. A literatura sobre prática interprofissional também aponta a ACP como um elemento primordial do trabalho em equipe e da PIC. O segundo aspecto que motiva o estudo é que, embora a literatura estabeleça a ACP como domínio de competência da PIC e apresente bons resultados empíricos associados à ACP, identifica-se ausência de uma definição consensual para o termo ACP, o que prejudica sua implementação e dificulta o diálogo entre a literatura nacional e internacional. Este diálogo é necessário para se compreender de que forma as contribuições internacionais sobre a ACP se aproximam das abordagens usuário-centradas descritas no Brasil.

ATUAÇÃO DO NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF) NO MUNICÍPIO DE SALGUEIRO – PE

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 11:15
 

 

Autor: Alaine Santos Parente

 

RESUMO
Introdução: O Núcleo de apoio à Saúde da Família (NASF) é composto por uma equipe multiprofissional que atua em parceria à Estratégia de Saúde da Família (ESF) com a proposta de superar a lógica assistencial, fragmentada e individual em direção a corresponsabilização do cuidado. Objetivo: Analisar a atuação do NASF no município de Salgueiro - PE. Metodologia: Estudo descritivo de abordagem quantitativa, com base em um questionário estruturado adaptado do instrumento de avaliação externa do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ). Resultados: Os achados no estudo revelaram que as principais atividades entre as ESF´s e o NASF são em (93,75%) pactuações conjuntas de atividades, (62,5%) a construção compartilhada da agenda, (75%) de encontros mensais, (62,5%) de compartilhamento de casos por escrito, por discussão ou agendamento direto, (93,75%) de visitas domiciliares, (68,75%) de planejamento e (62,5%) realização dos grupos terapêuticos, das consultas individuais e compartilhadas, e ainda (68,75%) tem conhecimento do cronograma do NASF. As ações contribuíram para resolver as necessidades dos usuários e para ampliar as ações ofertadas na ESF em 62,5%, além de promover a melhora na situação de saúde dos casos compartilhados e a qualificação dos encaminhamentos para atenção especializada em 56,25% das equipes. Considerações Finais: A inserção do NASF na rede contribui para ampliar as ações da ESF no cuidado e na resolubilidade dos problemas.


PALAVRAS-CHAVE: ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE; ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA; NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA.


C

Caderno de Analise Intoxicação Exógena

por ESPPE Portal EAD - sexta, 1 set 2023, 08:32
 
Com o objetivo de melhorar a qualidade da informação do SINAN, o presente instrutivo se propõe a oferecer de forma detalhada as etapas para elaboração de Relatórios de análise de dados, a partir da base de dados do SINAN/PE. Esse documento representa o esforço conjunto das citadas áreas técnicas no intuito de instrumentalizar os profissionais em uma das tarefas pertinentes à Vigilância de Intoxicações Exógenas, quer seja a avaliação da completude, consistência e duplicidade de registros.

Caderno de Indicadores 2020

por ESPPE Portal EAD - quarta, 9 nov 2022, 10:10
 

O Caderno de Indicadores 2020 apresenta os resultados dos indicadores de pactuação interfederativa por Regiões de Saúde e Municípios. Orienta-se pelo desenho político-administrativo da regionalização no estado, de acordo com o Plano Diretor de Regionalização (2011), ratificado pela resolução CIB/PE No 4086 de 11 de junho de 2018, e considera a composição das 04 Macrorregiões de Saúde (Metropolitana - Regiões I, II, III e XII, Agreste - IV e V, Sertão – Regiões VI, X e XI e Vale do São Francisco e Araripe – Regiões VII, VIII e IX).


Caderno de Indicadores 2021

por ESPPE Portal EAD - quarta, 9 nov 2022, 10:10
 
O Caderno de Indicadores 2021 apresenta os resultados dos indicadores de pactuação interfederativa por Regiões de Saúde e municípios. Orienta-se pelo desenho político-administrativo da regionalização no estado, de acordo com o Plano Diretor de Regionalização (2011), ratificado pela resolução CIB/PE Nº 4086 de 11 de junho de 2018, e considera a composição das 04 Macrorregiões de Saúde (Metropolitana - Regiões I, II, III e XII, Agreste - IV e V, Sertão – Regiões VI, X e XI e Vale do São Francisco e Araripe – Regiões VII, VIII e IX).

Caderno de texto do Curso de Aperfeiçoamento em Ações Estratégicas para Profissionais dos Programas Academia das Cidades e Academia da Saúde de Pernambuco

por ESPPE Portal EAD - sexta, 1 set 2023, 08:32
 
A partir do monitoramento estadual (versões virtual e presencial) dos Programas Academia das Cidades e da Saúde (PACID/PAS), foram identificadas algumas dificuldades de operacionalização nos municípios; entre elas, o desenvolvimento de intervenções nos polos dos programas que alcançassem o público de crianças, adolescentes e homens adultos. Também, o desafio dos profissionais em atuar de forma articulada com a rede de atenção à saúde e de realizar ações que fortalecessem o controle social.

Caminhos da Política de Gestão do Trabalho e da Gestão da Educação na Saúde para o desenvolvimento do SUS em Pernambuco

por ESPPE Portal EAD - sexta, 1 set 2023, 08:32
 
Este livro é uma das ações do Plano de Educação Permanente em Saúde de Pernambuco, elaborado em 2018 para o quadriênio 2019- 2022, e consolida uma estratégia de induzir a produção de conhecimento para a saúde no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. É fruto de uma chamada pública intitulada “Caminhos da Política de Gestão do Trabalho e da Gestão da Educação na Saúde para o desenvolvimento do SUS em Pernambuco”, cujo objetivo foi registrar e compartilhar as produções teóricas, os resultados de estudos e pesquisas e as experiências das equipes que atravessam a área da Gestão do Trabalho e da Gestão da Educação na Saúde no estado de Pernambuco.

CARACTERIZAÇÃO DE USUÁRIOS DOS SERVIÇOS DE ATENÇÃO PRIMÁRIA DE UMA REGIÃO DE SAÚDE DE PERNAMBUCO: SAÚDE MENTAL E MEDICALIZAÇÃO SOCIAL

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 14:17
 

Autora: LUANA BATISTA RIBEIRO TELES

 

RESUMO
Introdução: A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) designa pontos de atenção territorializados para atendimento a pessoas que apresentem sofrimento ou transtorno mental e/ou com demandas oriundas do uso de álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O artigo objetiva caracterizar os usuários da RAPS atendidos em serviços de atenção primária à saúde segundo aspectos demográficos, condições de saúde referidas e utilização de medicamentos, a fim de aperfeiçoar o suporte aos seus usuários. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional transversal, de caráter descritivo e natureza quantitativa. A coleta de dados baseou-se em um questionário semiestruturado denominado: Instrumento Padrão do Perfil Epidemiológico de Saúde Mental – 2017, produzido pela coordenação da RAPS da VI Microrregião de Saúde do estado de Pernambuco, em parceria com os coordenadores de saúde mental dos municípios que a compõe. Resultados: A população é predominantemente feminina, com idades acima de 60 anos. O uso de psicofármacos é algo bastante evidente na região, dos quais os ansiolíticos obtêm maioria absoluta de prescrições. Em geral seu uso se estende por períodos acima de 1 ano. Conclusão: Os resultados deste estudo levantaram indícios de medicalização social, amparados no vasto e prolongado consumo de ansiolíticos. Tais medicações são comumente usadas de forma indiscriminada e geram efeitos colaterais indesejáveis. A pluralização terapêutica de suas instituições, ou seja, a oferta de tratamentos alternativos menos nocivos que o uso dessas medicações, representa um caminho resolutivo à crescente medicalização social no âmbito da atenção à saúde.


Descritores: Medicalização, Ansiolíticos, Farmacoepidemiologia, Serviços de saúde mental, Terapias complementares.

 


Caracterização do perfil epidemiológico da Hanseníase e a Descrição do Processo de Trabalho no Combate à doença no Município de Afogados da Ingazeira

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 14:35
 

Autora: Marília Valdice Martins Moura

 

RESUMO
A Hanseníase é uma doença infecto-contagiosa de evolução crônica e curável, causada pelo Mycobacterium leprae, o qual possui alto poder infectante e baixo poder patogênico. Atualmente, o Brasil é o segundo país no mundo em números absoluto de casos de hanseníase. Em virtude da alta prevalência no país, o objetivo do estudo foi descrever como está organizada a rede de atenção à saúde para os pacientes de hanseníase no Município de Afogados da Ingazeira, com o intuito de gerar dados que possam subsidiar ações que atendam as estratégias de combate e erradicação da doença. Para tanto, utilizou-se de estudo descritivo de abordagem quantitativa, utilizando dados secundários do SINAN onde observou-se o perfil epidemiológico da doença no município, no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2015. Ainda neste estudo, observou-se o processo de trabalho dos profissionais enfermeiros das Equipes de Saúde da Família (ESF) e o Coordenador de Vigilância epidemiológica do município utilizando-se para tanto a aplicação de instrumento de pesquisa. O município apresentou 63 casos notificados da doença. Em relação à distribuição houve o predomínio dos casos na área urbana, do sexo feminino, na faixa etária de 30 - 49 anos , no quesito raça /cor parda com escolaridade de 1º grau incompleto. Foi observado a presença de todas as forma clínicas (dimorfa, indeterminada, tuberculóide e virchowiana), predominando o Grau de Incapacidade zero. O acesso desse paciente ao programa deu-se através de encaminhamento e demanda espontânea e teve como tipo de saída, na sua grande maioria, alta por cura em tempo oportuno. Com relação ao processo de trabalho observou-se que o município tem O município tem o total de 37.258 pessoas cadastradas em suas Unidades Básicas de Saúde (UBS) que recebem o atendimento de 14 Equipes de Saúde da Família, todas com quadro completo de profissionais, que segundo o plano municipal de saúde atende 100% da população. A Rede de cuidado da hanseníase no município de Afogados da Ingazeira, conta com uma estrutura favorável ao desenvolvimento das ações de combate a Hanseníase no tocante ao espaço físico, quantitativo de profissionais e equipamentos, todavia, as ações que vêm sendo executadas ao longo desses 10 anos, não demonstraram impacto direto na prevenção de casos novos. Há necessidade de ampliação das campanhas e que estas não se restrinjam apenas as escolas ou ao salão da UBS, numa ação pontual, mas que possa ser inserida da rotina do serviço, tendo todos os profissionais da equipe sensibilizados e capacitados para identificar a doença.


Palavras-chave: Hanseníase; Perfil epidemiológico; Processo de trabalho .

 


CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES DE TRANSPORTE TERRESTRE POR CICLO DE VIDA EM UMA REGIÃO DE SAÚDE DE PERNAMBUCO

por ESPPE Portal EAD - quarta, 7 jul 2021, 11:17
 

Autor: Edmilson Cursino dos Santos Junior

 

RESUMO
Introdução: os acidentes de transporte terrestre (ATT) representam um problema de saúde pública mundial. No Brasil, os acidentes de motocicleta (AM) se destacam e as características desses acidentes são diferentes nos diversos ciclos de vida da vítima. É importante conhecer o perfil epidemiológico desses acidentes por ciclo de vida para direcionamento das intervenções. Objetivo: caracterizar o perfil epidemiológico dos ATT, com ênfase nos AM, ocorridos em uma região de saúde de Pernambuco, em 2014, por ciclo de vida da vítima. Metodologia: estudo descritivo dos casos de ATT ocorridos em uma Região de Saúde, notificados na Unidade Sentinela de Informações sobre Acidentes de Transportes Terrestres dessa Região, no ano de 2014. Os dados foram coletados do Sistema de Informação sobre Acidentes de Transportes Terrestres e estratificados por ciclo de vida. Resultados: no ano de 2014, foram notificados 3.415 casos de ATT, a maioria do sexo masculino (78,7%), condutor (77,1%) na faixa etária de 30 a 59 anos (35,2%). Os AM se destacaram com 2.545 dos casos, prevalecendo condutores (81,7%), do sexo masculino (79,9%). O turno da tarde e dias da semana predominaram em crianças e idosos, a noite e os finais de semana nos jovens. O uso de álcool pelo condutor não prevaleceu nos grupos etários, no entanto, na maioria das faixas etárias, o condutor não estava habilitado. Conclusão: a caracterização dos ATT e a estratificação por ciclo de vida dos AM possibilita uma visão mais ampla e direcionada do agravo. Recomenda-se implementar estratégias e ações especificas para cada faixa etária.


Palavras-Chave: Acidentes; Acidentes de Trânsito; Perfil de Saúde; Grupos Etários

 



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